Programa de residência dos artistas Francisco Tomsich e Martín Verges em Riozinho/RS
Programa de residência do artista Nicolás París Velez
Arquitetura dobrável: laboratório de desenho.
Programa de residência do artista Nicolás París Velez.
Montenegro/ Lajeado/ Santa Clara do Sul
2009
Instalação
Obra na 7ª Bienal
Foto: Laura Lima
2004/2005
Projeção em cortina de fumaça
Coleção da artista, Rio de Janeiro
Foto: Del Re/Stein
2004/2005
Projeção em cortina de fumaça
Coleção da artista, Rio de Janeiro
Foto: Del Re/Stein
2004/2005
Projeção em cortina de fumaça
Coleção da artista, Rio de Janeiro
Foto: Del Re/Stein
2004/2005
Projeção em cortina de fumaça
Coleção da artista, Rio de Janeiro
Foto: Del Re/Stein
2009
Construção luminosa
Coleção do artista, Buenos Aires
Produzido pela 7ª Bienal do Mercosul
Foto: Eduardo Basualdo
2009
Construção luminosa
Coleção do artista, Buenos Aires
Produzido pela 7ª Bienal do Mercosul
Foto: Eduardo Basualdo
Pintura sobre documentos varios
Obra en la 7ª Bienal
Foto: Del Re/ Stein
Pintura sobre documentos varios
Obra en la 7ª Bienal
Foto: Del Re/ Stein
Vista da exposição Desenho das Ideias na 7a Bienal
Foto: Del Re/ Stein
2009
Detalle del mural en la 7a Bienal
Látex sobre pared
Foto: Del Re/ Stein
1980
Nanquim sobre papel japonês
71,5 x 87,5 cm
Coleção particular, França
Gentilmente cedido pela Galeria Jorge Mara-La Ruche, Buenos Aires
1967
Texto datilografado e lápis sobre papel
Coleção Centro de Arte Experimental Vigo, La Plata
2009
Xilogravura
Fotografia: Laura Lima
2009
Xilogravura
Fotografia: Del Re/Stein
Em termos gerais, o convite para deslocar a percepção, para questionar as categorias estabelecidas - de tempo, espaço e conhecimento - e para oferecer perspectivas alternativas ao status quo é um objetivo compartilhado pelos artistas da exposição Desenho das Ideias. É o caso de Décio Pignatari, que em seu poema Interessere (1976) manifesta: \"Na vida interessa o que não é vida [...] Na arte interessa o que não é arte [...] Na poesia interessa o que não é poesia [...] Na história interessa o que não é história [...] No paradigma interessa o que não é paradigma [...]\".
Poderíamos estipular, seguindo Pignatari, que na abstração interessa o que não é abstração, e que, em muitas obras de raiz latino-americana, na abstração interessa mais a política. Longe das colocações depuradas do modernismo europeu e norte-americano, o diálogo proposto por uma seleção pontual de obras de Cildo Meireles, León Ferrari, Jorge Caraballo, Anna Maria Maiolino, Magdalena Jitrik, Johanna Calle e Abraham Cruzvillegas na exposição Desenho das Ideias permite abordar a abstração como uma resposta concreta a circunstâncias políticas maiores, ante as quais o artista se posiciona e enuncia, conforme o caso, uma resistência ou uma denúncia.
John Cage escolheu seguir os desígnios do oráculo do I Ching para a composição de várias das suas obras e, nesse sentido, postulou incorporar a vida mesma e seus vaivéns - aceitando seus sons e seus ruídos, mais além de toda notação musical específica - à arte. Longe de todo interesse na mentira (e por extensão, na verdade), Cage abraçava o acaso e, em seu único longa-metragem One11, recorreu ao IC, um programa de computação que executou as 1200 operações de acaso as quais guiaram os movimentos de uma única câmera de luz em um único espaço escuro. O filme enfatiza a importância de uma imagem (que, aqui, é visível, mas em outros trabalhos é mental) que não requer significação, complemento ou artifício, mas que simplesmente é. Por sua vez, no filme, o espaço torna-se indescritível e bem poderia tratar-se de um não-lugar ou um todo-lugar, infinito.
1969
Texto datilogarafado sobre papel
Coleção do artista, RJ
Fotografia: Del Re/Stein
1969
Texto datilografado sobre papel
Coleção do artista, RJ
Fotografia: Del Re/ Stein
1969
Texto datilografado sobre papel
Coleção do artista, RJ
Fotografia: Del Re/ Stein
Obras expostas no MARGS
Artista que vive no Rio de Janeiro, é pioneiro em obras que mesclam instalações, performance e rádio. Criou o programa O Inusitado no Rio de Janeiro, condensando um excelente imaginário sobre o som, tanto nas artes plásticas, como na música e na poesia. Participa em três exposições na 7 Bienal do Mercosul, RadioVisual, Desenho da Idéias (com Guilherme Vaz em \"Crude\") e Absurdo. Para o Absurdo constrói ambiente que remonta a banheiros ou vestiários com chuveiros sonoros. O artista coletou diversos sons de cantores de chuveiro, revelando com humor discussões sobre privado e público.
2009
Performance no MARGS
Fotografia: Cristiano Sant'Anna
2009
Performance no MARGS
Fotografia: Cristiano Sant'Anna
2009
As curadoras Lenora de Barros e Marina de Caro, e a artista Anna Maria Maiolino, assistem performance de Guilherme Vaz e Romano
Fotografia: Cristiano Sant'Anna
2009
Performance no Margs
Obra na 7ª Bienal do Mercosul
Fotografia: Eduardo Seidl
2009
Performance realizada no MARGS
Obra na 7ª Bienal do Mercosul
Fotografia: Eduardo Seidl
2009
Performance
Obra na 7ª Bienal do Mercosul
Fotografia: Eduardo Seidl
\\\\\\\"Thoreau disse que, ao ouvir uma frase, podia escutar a tropa marchando. [...] A pena já foi considerada mais poderosa que a espada. [...] Já que as palavras, quando comunicam, não possuem efeito algum, é claro que necessitamos de uma sociedade na qual não se pratica a comunicação, na qual a palavra fica sem sentido como acontece entre os amantes, onde as palavras se tornam o que foram originalmente: árvores e estrelas e o resto da paisagem primitiva. A desmilitarização da linguagem: uma importante preocupação musical.\\\\\\\" - John Cage, \\\\\\\"The Future of Music\\\\\\\" (1974)
\\\\\\\"Thoreau said that hearing a sentence he heard feet marching. (...) The pen has formerly been considered more powerful than the sword. (...) Since words, when they communicate, have no effect, it dawns on us that we need a society in which communication is not practiced, in which words become nonsense as they do between lovers, in which words become what they originally were: trees and stars and the rest of primeval environment. The demilitarization of language: a serious musical concern.\\\\\\\" - John Cage, \\\\\\\"The Future of Music\\\\\\\" (1974)
Clube de desenho. Programa de residência da artista Claudia del Río (Argentina) em Santa Maria.
Clube de desenho Programa de Residência da artista Claudia Del Río em Santa Maria.
Clube de desenho. Programa de residência da artista Claudia del Río (Argentina) em Santa Maria.
Clube de desenho. Programa de residência da artista Claudia del Río em Santa Maria.
Clube de desenho. Programa de residência da artista Claudia del Río em Santa Maria.
Clube de desenho. Programa de residência da artista Claudia del Río em Santa Maria.
Clube de desenho. Programa de residência da artista Claudia del Río em Santa Maria.
Clube de desenho. Programa de residência da artista Claudia del Río em Santa Maria.
Clube de desenho. Programa de residência da artista Claudia del Río em Santa Maria.
Clube de desenho. Programa de residência da artista Claudia del Río em Santa Maria.
Clube de desenho. Programa de residência da artista Claudia del Río em Santa Maria.
Programa de residência da artista Claudia del Río em Santa Maria.
Para o projeto Ao redor de 4´33´´,ARNALDO ANTUNES produziu a obra sonora Oráculo. Trata-se de uma grande leitura de um oráculo. É uma grande colagem onde entram textos de filosofia, fotonovela, convites, documentos, textos de reportagem, fragmento de poemas.
Foi realizada uma leitura que vai esfacelando os sentidos conforme o ouvinte vai acompanhando o texto. Como a entonação é a mesma, parece uma única história. Na verdade, é uma seleção de 4 minutos e 33 segundos de uma grande leitura gravada anteriormente pelo artista.
O músico CID CAMPOS e o poeta AUGUSTO DE CAMPOS participam do projeto Ao redor de 4´33´´ com a obra sonora Mesosticages, uma homenagem a John Cage. A composição de Cid Campos associa sons e ruídos a trechos de um poema de Augusto de Campos interpretado por ele mesmo. O poema foi escrito na década de 80, após a passagem de John Cage pela Bienal de São Paulo.
2009
Técnica mista
185X224cm
Cortesia da artista
2008
Aço inoxidável, amplificador, alto-falantes, gravações caseiras
2,20 X 2,20 X 1m
Cortesia do artista
2008
Aço inoxidável, amplificador, alto-falantes, gravações caseiras
2,20 X 2,20 X 1m
Cortesia do artista
2008
Técnica: Aço inoxidável, amplificador, alto-falantes, gravações caseiras
Dimensões: 2,20m X 1m X 1m
Cortesia do artista