AREAL: a arte da conversação
Tavares/ Chuí
AREAL: a arte da conversação
Tavares/ Chuí
AREAL: a arte da conversação
Tavares/ Chuí
AREAL: a arte da conversação
Tavares/ Chuí
AREAL: a arte da conversação
Tavares/ Chuí
AREAL: a arte da conversação
Tavares/ Chuí
AREAL: a arte da conversação
Tavares/ Chuí
AREAL: a arte da conversação
Tavares/ Chuí
AREAL: a arte da conversação
Tavares/ Chuí
AREAL: a arte da conversação
Tavares/ Chuí
AREAL: a arte da conversação
Tavares/ Chuí
1975 - 1992
Arquivo Centro de Arte Experimental Vigo, La Plata
Foto: De Re/Stein
1975 - 1992
Arquivo Paulo Bruscky, Recife
1975 - 1992
Arquivo Paulo Bruscky, Recife
1975 - 1992
Arquivo Paulo Bruscky, Recife
Foto: De Re/Stein
Em termos gerais, o convite para deslocar a percepção, para questionar as categorias estabelecidas - de tempo, espaço e conhecimento - e para oferecer perspectivas alternativas ao status quo é um objetivo compartilhado pelos artistas da exposição Desenho das Ideias. É o caso de Décio Pignatari, que em seu poema Interessere (1976) manifesta: \"Na vida interessa o que não é vida [...] Na arte interessa o que não é arte [...] Na poesia interessa o que não é poesia [...] Na história interessa o que não é história [...] No paradigma interessa o que não é paradigma [...]\".
Poderíamos estipular, seguindo Pignatari, que na abstração interessa o que não é abstração, e que, em muitas obras de raiz latino-americana, na abstração interessa mais a política. Longe das colocações depuradas do modernismo europeu e norte-americano, o diálogo proposto por uma seleção pontual de obras de Cildo Meireles, León Ferrari, Jorge Caraballo, Anna Maria Maiolino, Magdalena Jitrik, Johanna Calle e Abraham Cruzvillegas na exposição Desenho das Ideias permite abordar a abstração como uma resposta concreta a circunstâncias políticas maiores, ante as quais o artista se posiciona e enuncia, conforme o caso, uma resistência ou uma denúncia.
Verbivocovisualização
Poéticas verbais, sonoras e plásticas
Musicircus. Porto Alegre, 17 de outubro de 2009
Fotografia: Del Re/Stein
Histórias da arte: dicionário de certezas e intuições. Programa de residência da artista Diana Aisenberg em Porto Alegre
Histórias da arte: dicionário de certezas e intuições. Programa de residência da artista Diana Aisenberg em Porto Alegre
Histórias da arte: dicionário de certezas e intuições. Programa de residência da artista Diana Aisenberg em Porto Alegre
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Histórias da arte: dicionário de certezas e intuições. Programa de residência de Diana Aisenberg am Porto Alegre
Histórias da arte: dicionário de certezas e intuições. Programa de residência da artista Diana Aisenberg em Porto Alegre
Histórias da arte: dicionário de certezas e intuições. Programa de residência da artista Diana Aisenberg em Porto Alegre
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Histórias da arte: dicionário de certezas e intuições. Programa de residência da artista Diana Aisenberg em Porto Alegre
Histórias da arte: dicionário de certezas e intuições. Programa de residência da artista Diana Aisenberg em Porto Alegre
Histórias da arte: dicionário de certezas e intuições. Programa de residência da artista Diana Aisenberg em Porto Alegre
Para o projeto Ao redor de 4´33´´,ARNALDO ANTUNES produziu a obra sonora Oráculo. Trata-se de uma grande leitura de um oráculo. É uma grande colagem onde entram textos de filosofia, fotonovela, convites, documentos, textos de reportagem, fragmento de poemas.
Foi realizada uma leitura que vai esfacelando os sentidos conforme o ouvinte vai acompanhando o texto. Como a entonação é a mesma, parece uma única história. Na verdade, é uma seleção de 4 minutos e 33 segundos de uma grande leitura gravada anteriormente pelo artista.
O músico CID CAMPOS e o poeta AUGUSTO DE CAMPOS participam do projeto Ao redor de 4´33´´ com a obra sonora Mesosticages, uma homenagem a John Cage. A composição de Cid Campos associa sons e ruídos a trechos de um poema de Augusto de Campos interpretado por ele mesmo. O poema foi escrito na década de 80, após a passagem de John Cage pela Bienal de São Paulo.