autogestão

  • Currículum laboral

    En la exposición Ficções do Invisível, el audio Currículum laboral de Ana Gallardo relata, con tono monocorde y solemne, todos los trabajos ajenos al arte que la artista ha debido realizar para financiar su vida y su práctica artística. El exceso de trabajos permite escuchar, entre líneas, un discurso mudo, pero no por eso menos elocuente: una fuerte crítica sobre la condición de la mujer en el arte argentino, y sobre la falta de apoyo institucional y político a las artes.

     

  • Estructura tubular de La pelota de futbol de dulce de leche (Estrutura tubular da bola de futebol de doce de leite)
    Estructura tubular de La pelota de futbol de dulce de leche (Estrutura tubular da bola de futebol de doce de leite)

    1981

    Nanquim sobre papel carbono

    99,8 x 69,8 cm

    Coleção da artista, Buenos Aires

    Fotos: Gustavo Sosa Pinilla

     

    ação / Desenho das Ideias / desmistificação / espaço público / Marta Minujín
  • Mitos universales de arte de participación masiva (Mitos universais de participação masiva)
    Mitos universales de arte de participación masiva (Mitos universais de participação masiva)

    1985

    Cópia heliográfica

    65 x 100,2 cm

    Coleção da artista, Buenos Aires

    Fotos: Gustavo Sosa Pinilla

     

    ação / Desenho das Ideias / desmistificação / espaço público / humor / Marta Minujín
  • Sobre a obra na 7ª Bienal
    Marta Minujín é uma figura emblemática na história da autogestão de projetos na Argentina. Incansável \"projetista\", Minujín transitou por múltiplas etapas durante sua produção, que se articula em torno a um eixo crítico pouco valorizado. Já no início dos anos sessenta, acionava performances de caráter efêmero, como no caso de Leyendo las Noticias en el Río de la Plata (1961), a qual, envolvida em papel de jornal, se submerge no rio denunciando as falácias da mídia. Vêm, depois, anos de ambientações pop e psicodélicas, ações na mídia, performances e happenings que incorporaram crescentemente a preocupação pela participação massiva, intenção que marcará fortemente seus projetos dos anos setenta e oitenta na Argentina e no mundo. Entre eles, realizou o Partenón de Libros, uma estrutura tubular de ferro do mesmo tamanho que o Partenón de Atenas, recoberta por milhares de livros proibidos durante a ditadura militar. O Partenón foi aberto e compartilhado com o público durante a noite de Natal de 1983, o primeiro ano do país novamente em democracia. Na exposição, apresentamos o projeto e a documentação dessa ação e incluímos também uma seleção pontual de desenhos de projetos não realizados, que em nosso entender carregam uma significação política especial, pois não apenas referem-se às ideias que portam, mas seu caráter de irrealização alude a uma problemática maior em um contexto que pouco apoia as grandes produções de arte mais atual.
  • El Viento
    Para la 7ª Bienal do Mercosul, Sergio De Loof fue invitado a concebir y poner en escena un desfile para celebrar la inauguración de la Bienal. El desfile formo parte de la exposición Ficcoes do Invisível, y se realizo en el Almacén A4, Cais do Porto, Porto Alegre, el viernes 16 de octubre de 2009.
  • O Vento
    \"O desfile O Vento de Sergio De Loof movimenta-se em um registro paradoxal. Sob um aparente barroquismo e excesso de formas, assinala a precariedade da existência, a carência econômica e a fragilidade da situação do artista. Recentemente, referido como \"figura mítica do under portenho, a alma de bares, restaurantes e discotecas que foram convertidas em marcas de época, desenhista de moda fora das modas e, sobretudo, um artista admirado e discutido pela comunidade artística, capaz de produzir obras quase sem dinheiro, vendê-las por pouco valor e devolver à arte uma mística arrebatadora,\" De Loof tem conseguido, desde o princípio dos anos 1980, manter-se alternativo a todas as cenas oficiais. Seus desfiles-delírio postulam, a todo momento, uma crítica corrosiva, uma sátira e um cálido refinamento.\" - Victoria Noorthoorn